Arquivo do mês: junho 2012

Tirinha da Maria- Por enquanto seis

Por Maria Bastos


É agradável saber, que mesmo nos dias de hoje, temos casais tão generosos que não têm medo de dar filhos pra Deus.
Por outro lado, é lamentável ver quantos casais sonham em ter filhos e não podem, enquanto tantos outros, mesmo jovens e saudáveis, se limitam a ter apenas um ou dois filhos, no máximo três. Muitos alegam que são pobres e não podem sustentar tantos filhos. Sendo assim, não acreditam na Providência Divina, mas apenas em suas próprias fraquezas.
Todos os personagens dessa tirinha existem com exceção da moça reclamona que não quer mais de três filhos.
Essa tirinha é uma homenagem ao casal Tania Cristina e Jony Ogawa que formaram um belo jardim de seis lindas flores!
Deus os abençoe e abençoe a todos os casais generosos!
Que Nossa Senhora conceda filhos aos que tanto esperam.
Salve Maria!






Em Jesus e Maria,
Débora Cristina
 

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Oração pelo futuro marido (2)

Salve Maria!

No dia 25 de maio eu soube da Novena do Rosário de 54 dias no blog The catholic young woman e a indiquei aqui no blog, mas na ocasião eu não falei sobre a origem dessa novena, até por que eu também não sabia, apenas tinha achado interessante a idéia e resolvi dividir com os queridos leitores.

Novena do Rosário de 54 dias

A “Novena do Rosário de 54 dias” é uma ininterrupta série de Rosários em honra de Nossa Senhora, revelada à doente incurável Fortuna Agrelli, por Nossa Senhora de Pompéia, em Nápoles, Itália, no ano de 1884. Por 13 meses Fortuna Agrelli sofria de terríveis dores e nem mesmo os médicos mais célebres conseguiam curá-la. Em 16 de Fevereiro de 1884, a menina e seus pais começaram uma novena do Rosário. A Rainha do Santo Rosário a premiou com uma aparição a 3 de Março. Maria sentava-se sobre um alto trono, contornado por numerosas figuras; trazia o Seu Divino Filho sobre o colo e na mão um Rosário. Nossa Senhora e o Menino Jesus estavam acompanhados por São Domingos e Santa Catarina de Sena. O trono estava decorado com flores, a beleza de Nossa Senhora era maravilhosa. A Santa Virgem disse:


“Filha, você me invocou com vários títulos e sempre obteve favores de mim. Agora, posto que me invocou com o título que muito me agrada, ‘Rainha do Santo Rosário’, não posso mais recusar o favor que você me pede; porque este nome é o mais precioso e querido por mim. Faça três novenas e você obterá tudo”.

Mais uma vez Nossa Senhora lhe apareceu e disse:

“Qualquer um que deseja obter favores de mim deveria fazer três novenas da oração do Rosário e três novenas em agradecimento”.
A novena consiste em um Rosário todos os dias, durante 27 dias em súplica e em seguida um Rosário todos os dias durante 27 dias em agradecimento, mesmo que não tenha respostas visíveis.
Não tem uma data fixa para iniciar a novena, aqui no blog eu sugeri a mesma data que sugeriram no blog The Catholic young woman, mas você pode começar em qualquer outra data =D

Espero que tenha respondido a sua pergunta, Maria Eliane =)

Em Jesus e Maria,
Débora Cristina

Oração pelo futuro marido

54 dias de Rosário novena

Salve Maria!

No dia 26 de maio iniciamos a novena de 54 dias pelos nossos futuros maridos, pois bem, hoje é o último dia dos rosários em súplica, amanhã começa os 27 dias dos Rosários em ação de graças, mesmo que não tenhamos respostas visíveis,  =)

Em Jesus e Maria,
Débora Maria Cristina!

Carta de São Luiz Gonzaga à sua mãe

 

“Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor Ilustríssima senhora, peço que recebas a graça do Espírito Santo e a sua perpétua consolação. Quando recebi a tua carta, ainda me encontrava nesta região dos mortos. Mas agora, espero ir em breve louvar a Deus para sempre na terra dos vivos. Pensava mesmo que a esta hora já teria dado esse passo. Se é caridade, como diz São Paulo, chorar com os que choram e alegrar-se com os que se alegram (cf. Rm 12,15), é preciso, mãe ilustríssima, que te alegres profundamente porque, por teus méritos, Deus me chama à verdadeira felicidade e me dá a certeza de jamais me afastar do seu temor.

Na verdade, ilustríssima senhora, confesso-te que me perco e arrebato quando considero, na sua profundeza, a bondade divina. Ela é semelhante a um mar sem fundo nem limites, que me chama ao descanso eterno por um tão breve e pequeno trabalho; que me convida e chama ao céu para aí me dar àquele bem supremo que tão negligentemente procurei, e me promete o fruto daquelas lágrimas que tão parcamente derramei. Por conseguinte, ilustríssima senhora, considera bem e toma cuidado em não ofender a infinita bondade de Deus. Isto aconteceria se chorasses como morto aquele que vai viver perante a face de Deus e que, com sua intercessão, poderá auxiliar-te incomparavelmente mais do que nesta vida.

Esta separação não será longa; no Céu nos tornar-nos-emos a ver. Lá, unidos ao Autor da nossa salvação, estaremos repletos das alegrias imortais, louvando-O com todas as forças da nossa alma e cantando eternamente as Suas misericórdias. Se Deus toma de nós aquilo que tinha emprestado, assim procede com a única intenção de colocá-lo num lugar mais seguro e fora de perigo, e de nos dar aqueles bens que desejamos dele receber. Disse tudo isto, ilustríssima senhora, para ceder ao desejo que tenho de que tu e toda a minha família considereis a minha partida como um feliz benefício. Que a tua bênção materna me acompanhe na travessia deste mar, até alcançar a margem onde estão todas as minhas esperanças. Escrevo isto com alegria para dar-te a conhecer que nada me é bastante para manifestar com mais evidência o amor e a reverência que te devo, como um filho à sua mãe.”

Post original aqui

Em Jesus e Maria,

Débora Maria Cristina

 

Orações a São Luiz Gonzaga

Saint Aloysius

Devocionário

  1. Oração

Ó São Luiz, adornado de angélicos costumes, eu indigníssimo devoto vosso, vos recomendo singularmente a castidade da minha alma e do meu corpo. Rogo-vos, por vossa angélica pureza, que intercedais por mim ante o Cordeiro Imaculado, Jesus Cristo, e sua Santíssima Mãe, a Virgem das Virgens, e me preserveis de todo o pecado mortal. Não permitais que eu seja manchado com nódoa alguma de impureza; mas, quando me virdes em tentação ou perigo de pecar, afastai de meu coração todos os pensamentos e afetos imundos, e despertando em mim a lembrança da eternidade, e de Jesus crucificado, imprimi profundamente no meu coração o sentimento do santo temor de Deus; e inflamai-me no amor divino, para que imitando-vos cá na terra, mereça gozar de Deus convosco no Céu, Amém. Pai Nosso, Ave Maria.

100 dias de indulgência, uma vez ao dia.

Pio VII, 6 de março de 1806. Vid. Beringer – Steinen, t. I, 1921, n. 512, p. 245 -246.

1. Súplicas

  1. Suplico-vos, ó illibadissimo São Luiz, pela vossa admirável pureza, que me deis desejo de vos imitar nesta angélica virtude, vencendo todas as ocasiões de manchá-la, de modo que a conserve inviolada até me unir convosco na celeste bem-aventurança, prometida aos inocentes e limpos de coração. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
  2. Suplico-vos, ó amabilíssimo São Luiz, pela vossa austera penitência, e pela guarda dos vossos sentidos, que me obtenhais um ódio santo contra mim mesmo e contra o meu corpo, para que, mortificando os meus sentidos, os faça servir de instrumento para honrar e nunca para ultrajar a divina Majestade. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
  3. Suplico-vos, ó gloriosíssimo São Luiz, pela vitória que alcançastes de vossas paixões, que me alcanceis coragem para domar as minhas, e especialmente a que em mim predomina, de modo que, mortificada e vencida esta, mereça convosco ter coroa de glória imortal. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
  4. Suplico-vos, religiosíssimo São Luiz, pela vossa obediência tão exata às regras do vosso instituto, e às ordens dos vossos superiores, que me impetreis a graça de observar a lei de Deus e as obrigações do meu estado, para que, fazendo a vontade de Deus na terra, mereça fazê-la eternamente em vossa companhia no Céu. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
  5. Suplico-vos, ó humilíssimo São Luiz, pelo aborrecimento que tivestes às vaidades do mundo, pondo debaixo dos pés todos os respeitos humanos, me alcanceis o desapego dos bens da terra e o desprezo das máximas do mundo, para que possa caminhar com fervor e perseverança pela senda da divina vontade, e gozar da perfeita liberdade dos filhos de Deus. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
  6. Suplico-vos, por último, querido São Luiz, coroeis todas as vossas graças com a maior que vos peço, e é que me impetreis do Senhor um ato perfeito de amor de Deus, particularmente no último ponto da minha vida, para que assegure a graça da perseverança final, e antecipe na terra o que desejo e espero fazer bem-aventuradamente no Céu, isto é, amar o meu Deus com toda a perfeição por toda a eternidade. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
  7. Rogai por nós, São Luiz
  8. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.


Oremos

Ó Deus, distribuidor dos dons celestiais, que no angélico jovem Luiz reunistes admirável inocência de vida com igual penitência, pelos seus merecimentos e orações, concedei-nos, que, pois na inocência o não seguimos, o imitemos na penitência. Por Cristo Senhor Nosso. Amém.

Todas as orações a São Luiz Gonzaga foram retiradas do livro de São Luiz Gonzaga que pode ser baixado no blog Alexandria Católica, clicando aqui.

Consagração a São Luiz Gonzaga

São Luiz Gonzaga

III. CONSAGRAÇÃO A SÃO LUIZ, PROTETOR DA JUVENTUDE

Ó glorioso São Luiz, adornado pela Igreja com o belo título de jovem angélico, pela vida puríssima, que no mundo vivestes, a vós recorro neste dia com o mais ardente afeto d’alma e coração, e a vós inteiramente me consagro.

Ó perfeito modelo, ó benigno e poderoso Protetor, quanto preciso do vosso auxílio! Preparam-me insídias o mundo e o demônio, sinto a veemência das paixões, conheço a fraqueza e a inconstância da minha idade. Quem poderá defender-me, senão vós, ó angélico santo, glória, honra e amparo dos jovens? A vós, pois, recorro com toda minha alma, a vós com todo o meu coração me entrego e consagro.

Intento, assim, prometo e quero ser vosso especial devoto, e glorificar-vos por vossas sublimes virtudes, e sobretudo pela vossa angélica pureza; imitar os vossos exemplos, e promover a vossa devoção entre os meus companheiros; invocar e bendizer o vosso santo e amável nome até o último suspiro da minha vida.

Sim: consagro-vos toda a minha alma, todos os meus sentidos, todo o meu coração e todo o meu ser.

Eis-me, pois, todo vosso, ó meu amável São Luiz, e vosso quero ser para sempre. Ah! Guardai-me, defendei-me e conservai-me como coisa vossa, afim de que, servindo-vos e honrando-vos, possa melhor servir e honrar a Jesus e a Maria, e por último ver e louvar a Deus convosco no paraíso por séculos sem fim. Amém.

200 dias de indulgência uma vez no dia, e plenária na festa do Santo ou num dos sete dias seguintes, para quem recitar este ato todos os dias do mês de junho, às condições de costume. – Leão XIII, 12 de junho de 1894, Ata S.Sedis, t. 26, 751. Beringer – Steinen, t.I, n. 513. p.246.

Dia da festa de São Luiz Gonzaga

Dia da festa
Amor de São Luiz para com Deus


Considera que São Luiz justamente mereceu o título de Serafim abrasado no amor de Deus. Estava Luiz tão penetrado desta viva e suave chama, que bastava ouvir falar de qualquer dos divinos atributos, para se conhecer no incêncio do seu rosto o ardente fogo de amor que interiormente o devorava, chegando a faltar-lhe a voz, e até a mesma respiração pela extraordinária força com que no peito lhe pulsava o coração. Daqui nascia vivíssima ternura e compaixão, pranto e amargura todas as vezes que a seus olhos se representava a imagem de Jesus Crucificado, ou meditava nas dores e agonias de sua Santíssima Paixão; ardia em tanto desejo de padecer por seu amor, que nos lances mais dolorosos, se lhe via reluzir uma estranha paz e alegria, por considerar que Deus o fazia participante dos tormentos do seu amado Jesus. Mas que diremos do abrasado amor de São Luiz para com o mesmo Senhor Sacramentado!

Este adorável sacramento foi sempre onde Luiz teve fixos os seus amores; onde a sua alma se derretia em terníssimos afetos e amorosos incêndios. Três dias antes de receber o Soberano Pão dos Anjos gastava em dispor-se, e preparar digno acolhimento a tão divino hóspede; e três dias depois empregava em dar-lhe graças. Na hora de comungar, eram seus olhos duas fontes de copioso pranto, e tais delíquios padecia, que muitas vezes chegava a cair por terra desfalecido, podendo bem dizer com a esposa santa que sentia morrer-se à força do amor.

Oh! Que confusão para nós, que tão pouco amamos a um Deus tão digno de ser por nós amado! Que conceito formamos do preço e do valor de tão divina Majestade, que ainda não chegou a merecer o nosso afeto! Se a ponderação de seus divinos atributos, se a memória dos excessos e finezas do nosso Deus para conosco, se finalmente uma só comunhão recebida com as devidas disposições seria bastante para inflamar-nos no amor de Deus, donde nasce que recolhendo tantas vezes este divino fogo em nosso peito, ainda nos achamos tão tíbios e frios no seu amor!

Colóquio

Oh! Quanto invejo, meu singularíssimo Protetor, esse vosso amante e abrasado coração, que nunca soube viver senão do amor para com Deus! A quem, senão a vós, que sois Serafim de caridade, devo entregar este meu frio coração, para que lhe comuniqueis uma pequena chama desse fogo, que tanto vos sublimou, e lhe ensineis a amar um Bem infinito! Reconheço, meu santo Padroeiro, que com a minha tibieza e frialdade, sou ingrato ao meu Deus, que por tantos e tão repetidos benefícios me convida e me desperta a amá-lo. Estou confundido na vossa presença, vendo que nada tenho feito para me abrasar em tão amoroso incêndio, antes deixei ir o meu coração após o mundo e seus prazeres, e me tornei cada vez mais insensível para com Deus. Quanto me pesa de vos não ter imitado, amando com todo o meu coração e com toda a minha alma o meu Senhor, que só é digno de ser amado sobre todas as coisas. Acendei, ó meu glorioso Santo, na minha alma esta suave chama, e fazei que eu possa dizer com verdade que o meu coração já não é meu, mas antes, como holocausto vivo, se abrase e se consuma no mais intenso ardor da caridade, para a glória vossa e sempiterno louvor do meu Senhor Jesus Sacramentado. Amém.

A festa de São Luiz

Para excitar cada vez mais os fiéis, e em particular à juventude, a honrar o angélico São Luiz, Bento XIII, Clemente XII e Bento XIV, com decretos da Sagrada Congregação das Indulgências, de 22 de novembro de 1729, 21 de novembro de 1737 e 12 de abril de 1742, concederam indulgência plenária, no dia da festa do Santo, a todos os fiéis que se confessarem, comungarem, visitarem o altar, onde se celebra esta festa, e rezarem pelas intenções do Summo Pontífice.

A festa pode também celebrar-se, com autorização do Exmo. Sr. Bispo, em outro dia qualquer do ano e em toda parte.

Segundo um decreto mais recente da Sagrada Congregação dos Ritos, de 27 de junho de 1897 (n. 3. 918), pode-se nesse dia determinado pelo Exmo. Sr. Bispo, rezar a Missa própria do Santo; fazem exceção: quanto à Missa cantada – os dias em que ocorre uma festa dupla de primeira classe, ou Domingo privilegiado: esses mesmos dias, e outrossim, as festas duplas de segunda classe, os Domingos, férias, vigílias ou oitavas privilegiadas. Não se pode omitir a Missa conventual ou paroquial correspondente ao ofício do dia, quando esta Missa é de obrigação.

Cf. Beringer – Steinen, Die Ablaesse, I, 1921, n. 789, p.373 – 374.

Os seis Domingos de São Luiz


Esta piedosa prática, em honra dos seis anos de vida religiosa de São Luiz, foi introduzida pelo P. Faccanoni, S.J., que publicou, primeiro em 1736, depois em 1740, um livrinho sobre esta devoção, dedicado à juventude de Mantua. Pela edição de 1736, vê-se que, a princípio, se escolhia a Quinta-feira, por ter falecido São Luiz numa Quinta-feira, em 1591; mas a edição de 1740 já traz o título: os seis Domingos, etc. Das cartas anuais da Companhia de Jesus, província de Veneza, 1740-1758, vê-se que os seis Domingos do Santo se celebravam também em outras Igrejas, com grande solenidade e devoção.

Nunca se inculcará bastante esta prática especialmente à juventude, que da Santa Sé recebeu São Luiz como Protetor particular. Conservação da inocência, luzes do Céu sobre a vocação, amor à Virgem Santíssima, progressos nos estudos: tais são os frutos principais de um culto profundamente simpático à nossa juventude.

Indulgência plenária, cada um dos seis Domingos que precedem imediatamente a festa do Santo (21 de junho), ou em seis outros Domingos consecutivos do ano, livremente escolhidos pelos fiéis. – Condições: confissão, comunhão, fazer em honra do Santo algumas piedosas considerações, orações vocais, ou outras obras de piedade cristã. – Clemente XVII, 11 de dezembro de 1739 e 7 de janeiro de 1740.

A comunhão pode fazer no Sábado precedente, segundo formalmente declara o decreto da Sagrada Congregação das Indulgências de 6 de outubro de 1970, mas as outras prescrições devem preencher-se no próprio Domingo.

Cf. Beringer – Steinen, op. Cit., t. I, 1921, n. 790, p. 374.

Como considerações, poderão servir as que acima demos para a Novena.